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Descoberta confirma no Peru o maior sacrifício religioso de crianças

Arqueólogos descobriram restos mortais de 50 crianças que foram mortas em ritual religioso da cultura chimú, na costa norte do Peru. A descoberta ocorreu no setor Pampa La Cruz, em Huanchaco, na cidade de Trujillo. Trata-se de um local perto de outros vestígios de 140 crianças, além de adultos, cuja localização em 2016 está a 700 km ao norte de Lima. Em ambos os sítios arqueológicos os sacrifícios apresentam o mesmo padrão: um corte no esterno e costelas abertas. Os ossos das duas descobertas são tantos, que ainda não foi possível saber com exatidão o número de crianças mortas em rituais naquela região, entre 1400 e 1450. Mas se trata da maior assassinato de crianças por motivos religiosos já descoberto até agora na história da humanidade, de acordo com o arqueólogo Gabriel Prieto. Os chimús adoravam deuses, e um deles era a Lua. Interpretavam fenômenos naturais, como tremores do solo, como fúria das divindades. Matavam crianças e animais para acalmá-las. Essa civilização foi dizimada pelos incas, que depois teriam um encontro fatal com os espanhóis.

Fonte: National Geographic

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Oregon condena por homicídio casal que tentou curar bebê com orações

A Justiça de Oregon (EUA) anunciou a pena condenatória para Travis e Sarah Mitchell (fotos acima) por deixarem um de seus bebês gêmeos prematuros morrer, sem que o levassem a um hospital por acreditaram no poder de cura da oração. Eles terão de ficar presos por 6,5 anos por homicídio por negligência e maus tratos a criança. A pena não foi maior porque os dois se declararam culpados. Travis e Sarah são fiéis da Igreja Seguidores de Cristo, uma religião fundamentalista que rejeita a medicina em favor das orações. Sarah deu à luz aos gêmeos no dia 5 de março de 2017 em sua casa, com a assistência de três parteiras da Igreja. Gennifer, o bebê que morreu, nasceu com problemas respiratórios. Se tivesse sido levado a um hospital, se salvaria. Sarah tem uma irmã, Shannon Hickman, que cumpre pena porque tentou curar seu filho com orações, e ele morreu. Há outros casos de morte de filhos de seguidores da igreja que ocorreram nas últimas décadas. Ao reconhecerem a culpa, os Mitchells fizeram uma recomendação inesperada, que “todos da igreja devem procurar atendimento médico adequado para seus filhos”.

Fonte: The Washington Post

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Danton Mello diz não precisar de religião para praticar o bem

"Sou ateu. Não preciso de religião nenhuma para praticar o bem. Não é nenhuma religião que vai ditar meus valores morais", disse ao ser questionado sobre o acidente de helicóptero que sofreu em 1998 em Roraima. Ele afirma que o acidente "foi puro acaso, sorte, foi forte". Danton afirma que nunca mais andou de helicóptero. "No início, foi por respeito à Laura [Malin, sua mulher na época], que pediu para eu não ir. Mas não tenho medo de voar. Pego avião toda semana", contou.

O ator afirma ter um bom relacionamento com sua ex-mulher, com quem tem duas filhas. "Hoje, eu ainda penso que se a gente tivesse tentado mais um pouquinho [lidar com os atritos], talvez a gente tivesse conseguido ficar junto." Danton também, falou sobre a solteirice. "Passei por um período esquisito. Eu me vi sozinho aos 30 anos [ele estava com Laura desde os 17]. Foi estranho. Mas hoje consigo ficar muito bem sozinho. Solteiro é quem procura outra pessoa. E eu não estou à procura de ninguém", disse.

Aos 35 anos, o ator afirma não ter problemas com as constantes comparações que fazem entre ele e o irmão, o também ator Selton Mello. "Todo mundo compara. Mas essa diferença na carreira aconteceu naturalmente. Ele abriu mão de ter muita coisa em televisão para se dedicar ao cinema. Eu não abro mão de TV nem de teatro para fazer cinema. Se surge um convite para um trabalho de três meses no Nordeste, eu não vou. Nem que seja com o melhor diretor do mundo. Não vou ficar três meses longe das minhas filhas", afirmou.

Fonte: Quem Acontece

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Mãe sabia que pastor queria usar a morte dos filhos para promover igreja, diz juiz

A decisão judicial que determinou a prisão da pastora Juliana Sales, diz que ela sabia dos “supostos abusos sexuais” sofridos pelos filhos, Kauã e Joaquim, que morreram carbonizados em um incêndio em Linhares, e que ela e o marido, o pastor Georgeval Alves, tinham planos de usar a morte dos filhos como forma de ganhar notoriedade e ascensão religiosa. A defesa de Juliana informou que ainda não vai se manifestar porque não teve acesso a essas informações. A ordem de prender a pastora partiu do juiz André Dadalto, da 1ª Vara Criminal de Linhares. De acordo com a decisão, Juliana sabia dos desvios de caráter do marido, e mesmo assim apoiava os planos dele de se promover na igreja. Para o Ministério Público, assassinar os próprios filhos estava nos planos do casal. Seria uma tragédia a ser usada pelo pastor para se promover na igreja. “O pastor George, em parceria com a pastora Juliana, buscava uma ascensão religiosa e aumento expressivo de arrecadação de valores por fiéis e, para esta finalidade, ceifou a vida dos menores Kauã e Joaquim para se utilizar da tragédia em seu favor”, diz a decisão.

Juliana também estava ciente sobre as diferenças de tratamento que George dava para os filhos e o enteado. A decisão diz que George deixava faltar alimento, medicamento e atendimento médico para as crianças. Para o juiz, Juliana também tinha ciência do comportamento sexual incompatível com a pregação do marido. Em uma troca de mensagens pelo celular, a pastora dizia ter 'nojo' e o pastor dizia se sentir 'imundo' e um 'lixo' por seus comportamentos. Já em uma mensagem que enviou para a mãe, a pastora afirma que dormiu bem após a morte das crianças. Em outra troca de mensagens com o pastor George, Juliana diz: "eu não estou preparada para dar errado". E em uma conversa com outros pastores, ela afirma: "não sei se vou conseguir ser forte até o final". De acordo com a decisão, os irmãos Kauã e Joaquim já haviam relatado, na escola, os abusos sexuais que sofreram. Em certas ocasiões, Kauã chorava desesperadamente, mas alegava aos seus professores que não podia contar o motivo. Joaquim, também na escola, relatava que sofria abusos sexuais. Os pais compareceram no estabelecimento de ensino afirmando que os abusos não eram praticados no âmbito doméstico e familiar. O Ministério Público diz que o casal se defendia afirmando que a culpa pelos abusos era de uma outra criança, de 5 anos.

Além disso, a decisão diz que Juliana e George não tomaram nenhuma providência após Kauã ter “sofrido ‘maldades’ por parte de dois ‘caras’ na piscina”. A decisão da Justiça traz outra revelação. Há relatos de que após a morte dos irmãos o pastor e a pastora foram até a casa, jogaram vários objetos no quarto das crianças e retiraram quase todos os objetos depois, inclusive lençóis e roupas de cama, entregando-os a terceiros para serem lavados. Joaquim, de 3 anos, e Kauã, de 6 anos, morreram carbonizados dentro de casa, em Linhares, no dia 21 de abril. O marido de Juliana, o pastor George Alves, foi acusado de estuprar, agredir e queimar as crianças vivas. O terceiro filho da mulher não estava na casa no momento do crime. George Alves está preso desde o dia 28 de abril, mas a prisão dele era temporária. Agora, o MP conseguiu a prisão preventiva de Juliana e de George, por tempo indeterminado, pelos crimes de duplo homicídio, estupro de vulneráveis e fraude processual. George ainda vai responder pelo crime de tortura. A pastora Juliana Sales Alves sabia, segundo o Ministério Público do Espírito Santo, dos riscos que os filhos corriam por estarem sozinhos com o marido dela, o pastor Georgeval Alves, acusado de estuprar, agredir e queimar as crianças vivas dentro de casa

Essa omissão é um dos motivos para a prisão dela, que aconteceu na madrugada desta quarta-feira (20), na casa de um amigo da família, em Minas Gerais. O advogado Helbert Gonçalves, que defende a pastora, informou que ainda não teve acesso às informações referentes às acusações da Justiça, e que portanto ainda não irá se manifestar sobre. Por meio de nota enviada à imprensa, a defesa apenas esclareceu sobre a ida de Juliana para a cidade de Teófilo Otoni, em Minas Gerais. "A defesa informa que, ao contrário das informações que estão sendo veiculadas, Juliana não estava foragida ou escondida, uma vez que a mesma sequer era investigada ou tida como suspeita da morte dos filhos, conforme concluiu a própria investigação da Polícia Civil de Linhares", diz a nota.

Fonte: Portal G1

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