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Ateus têm melhor vida sexual que religiosos, revela pesquisa

Pesquisa da Universidade do Kansas (EUA) feita com 14.500 pessoas revelou que os ateus têm melhor vida sexual que os religiosos. Uns e outros reconheceram as mesmas práticas, como masturbação, sexo oral e uso de pornografia como estímulo. Mas os religiosos não obtêm a mesma vivência prazerosa por causa da culpa que têm durante o sexo, sentimento que se estende pelos dias seguintes. Os psicólogos Darrel Ray e Amanda Brown, os responsáveis pela pesquisa “Sexo e Secularismo”, informaram que, para garantir uma avaliação com baixo índice de distorção, foram selecionadas pessoas que mantêm a mesma frequência semanal de sexo. Em uma escala de 0 a 10, os mórmons apresentaram a maior pontuação de culpa, com 8,19, seguidos por Testemunhas de Jeová, evangélicos pentecostais, adventistas do Sétimo Dia e batistas, nessa ordem. Os católicos tiveram pontuação de 6,34 os luteranos, 5,88. Os ateus apresentaram o mais baixo índice de culpa sexual, 4,71. Os agnósticos ficaram perto, com 4,81. Do total das pessoas que cresceram em lares de forte religiosidade, 22,5% sentem vergonha quando se masturbam. Em relação a quem é de família menos religiosa, o índice é de 5,5%. A pesquisa também apurou que quem deixou de lado a religião e se tornou ateu teve uma melhora significativa na satisfação sexual. Ray disse que ficou surpreso com esse resultado, porque acreditava que as pessoas nunca se livrariam completamente da repressão religiosa.

Fonte: Paulopes

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Ateia, Malu Mader afirma ter inveja de que tem fé

Em uma entrevista concedida em 2005 para o "Fantástico", a atriz Malu Mader (foto) disse que tinha agradecido a Deus após ter sido submetida a uma cirurgia que extraiu um cisto benigno do cérebro. Mas explicou que o agradecimento não foi em nome dela, mas de sua mãe, que é católica devota. Em fevereiro de 2002, ao falar para a revista Marie Claire, Malu admitiu não acreditar que “alguém tenha criado tudo, que está nos olhando” [o tempo todo]. “Falo ‘graças a Deus’, ‘vai com Deus’, como uma maneira de desejar o bem”. “Até invejo quem tem fé. Se eu soubesse que existe alguma coisa depois da morte, estaria ótima.” Antes, quando estava no hospital, teria dito que não acredita em Deus e foi criticada por fãs na internet. Supostos evangélicos escreveram que ia oram para que ele passasse a ter fé.

Atriz de sucesso em telenovelas globais e no cinema, Malu de Lourdes da Silveira Mader — o nome oficial de Malu — nasceu no dia 12 de setembro de 1966. Casou-se em 1990 com o músico da banda Titã e escritor Tony Bellotto (também ateu), com o qual tem dois filhos. Ela participou de novelas, minisséries e séries como "Corpo a Corpo" (1984); versão original de "Tititi" (1985); "O Outro" (1987); "Fera Radical" (1988); "Top Model" (1989); "O Dono do Mundo" (1991); "Anos Rebeldes" (1992); "Mapa da Mina" (1993); "A Comédia da Vida Privada" (1994); "A Vida Como Ela É" (1996), de Nelson Rodrigues; "A Justiceira" (1997); "Labirinto" (1998); "Força de um Desejo" (1999); "Celebridade" (2003); "Eterna Magia" (2007); remake de "Tititi" (2010). No cinema, atuou no "A Espera" (1985), "Rock Estrela" (1986); "Feliz Ano Velho" (1987); "Bellini e a Esfinge" (2001); "O Invasor" (2002); "Sexo, Amor e Traição" (2004); "Brasília 18%" (2006); "Podescrer" (2006); "A Casa da Mãe Joana" (2007); "Sexo com Amor?" (2007); "Se não fosse o Onofre" (2008).

Fonte: Paulopes

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A fé move alucinações

A heroína francesa Joana D’Arc (1412-1431), líder de seu país durante a Guerra dos Cem Anos contra a Inglaterra e santa da Igreja Católica, dizia ouvir vozes — mais de uma vez por semana — que a guiavam em suas estratégias militares, invariavelmente ousadas. Para os fiéis, o fenômeno alimentaria sua íntima ligação com Deus, revelada ainda na infância. A ciência, no entanto, acaba de acenar com outra explicação para o fato. “Figuras históricas, como Joana D’Arc, talvez sofressem de alucinações, que, embora sejam comuns — em média, uma em cada vinte pessoas apresenta esse sintoma —, são associadas por alguns a experiências espirituais”, disse a VEJA o psiquiatra americano Philip Corlett, professor da Universidade Yale, nos Estados Unidos. Corlett coordenou um estudo, publicado no início deste mês, cujo objetivo era justamente provar como os seres humanos são suscetíveis a alucinações, ou seja, “percepções sem estímulos externos”, quando possuem alguma crença, qualquer crença. Na maioria das vezes de cunho religioso, mas nem sempre. 

Fonte: Veja

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Pastor que fez experiência de viver um “ano sem Deus” se torna ateu

O ex-pastor da Igreja Adventista de Hollywood, na Califórnia (EUA), Ryan J. Bell, que lançou um experimento para viver sem Deus há um ano, afirmou recentemente ter concluído que “Deus não existe” e diz que agora está trabalhando duro para chegar mais perto “realidade”. No início do ano, o então pastor anunciou que viveria por um ano como se Deus não existisse, como uma experiência em sua jornada espiritual. Quando revelou sua intenção de viver “sem Deus” por um ano, o pastor foi alvo de muitas críticas, e afirmou que não estava abandonando a fé.  

– Estou animado, porque sinto que isso é uma continuação da minha jornada espiritual. As pessoas parecem pensar que eu estou abandonando a fé, mas na verdade é apenas mais um passo em minha caminhada – afirmou Bell, no início do “experimento”.

Quando iniciou sua experiência, ele destacou ainda sua luta com a sua fé cristã e a dificuldade que tinha em relação à forma que a Igreja Adventista trata os homossexuais e as mulheres. Ele se referiu a si mesmo como um “crítico fiel” empurrando para a inclusão de gays e mulheres na cultura e na liderança da igreja. Porém, no último sábado, Bell revelou a NPR que depois de ter servido como um pastor por 20 anos e ter lecionado em duas universidades cristãs, ele não acha que a base para a sua antiga fé é verdadeira e afirma que agora quer se aproximar da realidade.

– Eu acho, agora, que eu olhei para a maioria dos argumentos que eu fui capaz de encontrar para a existência de Deus. E sobre a questão da existência ou não de Deus, eu tenho que dizer que eu não encontrei algo que seja convincente, em minha opinião. Eu não acho que Deus existe. Eu acho que isso faz mais sentido pelas provas que eu tenho e pela minha experiência – afirmou o ex-pastor.

Apesar de afirmar não crer mais na existência de Deus, Ryan Bell diz continuar sendo a mesma pessoa de antes, e que seus valores pessoais não mudaram. No blog em que relatou este ano “sem Deus”, ele afirma que tem se sentido um pouco estranho com essa nova convicção, mas que continuará como ateu porque “perdeu a é”.

– Eu me preocupo com a justiça e com a igualdade e quero que todos tenham as mesmas oportunidades na sociedade – afirmou.

Fonte: Notícias Gospel

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