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Onze livros do Novo Testamento são de impostores, diz estudioso.

O Novo Testamento, em 2 Timóteo 4:7, o apóstolo Paulo afirma: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” Trata-se de uma passagem das mais dramáticas da Bíblia, porque afinal Paulo fez a afirmação momento antes de ser executado em Roma. Uma passagem que tem alimentado a fé de cristãos nesses dois mil anos. Só tem um problema: Paulo não disse nada disso. A frase foi inventada e colocada na Bíblia como se fosse do apóstolo. É o que garante o americano Bart D. Ehrman (na foto abaixo), um respeitado estudioso da Bíblia. Ehrman acaba de lançar o livro “Forjado” que tem indignado cristãos de todo mundo, porque ali ele diz provar que pelo menos 11 dos 27 livros do Novo Testamento são falsificações. "Havia muita gente no mundo antigo que recorreu à mentira por achar que estava prestando um serviço a um bem maior”, disse. As evidências disso são tantas, que ele estranha o fato delas passarem despercebidas. Como exemplo, citou o caso dos apóstolos Pedro e João, que estão entre os autores do Novo Testamento, embora fossem analfabetos. No seu novo livro “Forjado” ele transcreveu Atos 4:13 (“Ao verem a intrepidez de Pedro e João, sabendo que eram homens iletrados e incultos, admiraram-se") para explicar que os dois apóstolos são descritos na escritura em grego como “analfabetos”, literalmente, e não como “iletrados”, que deixa margem para dúvida se sabiam escrever ou se eram pessoas simples, porém alfabetizadas.

Ehrman disse ter evidências suficientes para garantir que os evangelhos, quando começaram a ser difundidos, não tinham autorias -- o que, aliás, era comum com qualquer tipo de texto naquela época. Os nomes atuais, afirmou, foram adicionados posteriormente por copistas. O estudioso afirmou que seu livro se atém mais ao Paulo porque uma parte significativa do Novo Testamento é atribuída a esse apóstolo. As suas conclusões se basearam também nos diferentes estilos de texto da Bíblia e em suas contradições. Apontou, como exemplo, os escritos de Efésios, os quais em grego são compostos por frases longas, o que é bem diferente da escrita de Paulo. “Não há nada de errado com as sentenças extremamente longas em grego, mas essa não é maneira de Paulo escrever”, disse. “É como Mark Twain e William Faulkner: ambos escreveram corretamente, mas não dá para confundir um com outro”.

Uma das mais flagrantes contradições, segundo ele, está em 1 Coríntios, onde Paulo primeiro convoca as mulheres para se manifestar na igreja e alguns capítulos depois afirma que elas devem permanecer caladas e, se quiserem aprender alguma coisa, teriam de perguntar em casa ao marido. É óbvio que os dois textos, segundo Ehrman, não foram escritos pela mesma pessoa. O estudioso disse que o propósito dos forjadores dos textos bíblicos foi acalmar os ânimos dos líderes da igreja primitiva, porque entre eles havia muita discordância sobre como tratar as mulheres, o relacionamento entre senhores e escravos, como teriam de ser os ritos e por aí vai Assim, como diferentes grupos disputavam entre si o poder da seita, eles introduziram na Bíblia textos que atendessem aos seus interesses. “Se você fosse um joão-ninguém, não assinaria o seu texto com o seu próximo nome, mas como Pedro e João.” Ehrman espera que o seu livro ajude as pessoas a aceitarem algo que ele próprio demorou em reconhecer. Ele foi um religioso fundamentalista e hoje é agnóstico.

Fonte: Paulopes

 

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Deixai vir a mim as criancinhas

Segundo o relato bíblico do evangelho de Marcos, numa certa ocasião aconteceu o seguinte: “As pessoas começaram então a trazer-lhe criancinhas, para que as tocasse; mas os discípulos as censuraram. Vendo isso, Jesus ficou indignado e disse-lhes: Deixai vir a mim as criancinhas; não tenteis impedi-las, pois o reino de Deus pertence a tais... E tomou as criancinhas nos seus braços e começou a abençoá-las, impondo-lhes as suas mãos” (Marcos 13-14, 16). Uma passagem simpática dando a entender que Jesus tinha uma grande consideração e interesse nas crianças. Inclusive muitos religiosos gostam muito de usar este texto para ponderar sobre a necessidade de cuidarmos das crianças com muito amor e carinho dando atenção e mostrando interesse por elas.

Entretanto existem outros relatos bíblicos que mostram uma versão bem diferente. Na realidade por toda bíblia encontramos uma crueldade enorme com crianças. Suas páginas estão cheias de assassinato e extermínio em massa tanto de adultos como de crianças. Observe alguns relatos e note o grande amor do Deus bíblico pelas criancinhas. “Assim, toda a carne que se movia sobre a terra expirou, dentre as criaturas voadoras, e dentre os animais domésticos, e dentre os animais selváticos, e dentre os enxames [de criaturas] que pululavam na terra, bem como toda a humanidade. Morreu tudo em que o fôlego da força da vida estava ativo nas suas narinas, a saber, todos os que estavam em solo seco. Assim extinguiu toda coisa existente que havia na superfície do solo, desde o homem até o animal, até o animal movente e até a criatura voadora dos céus, e eles foram obliterados da terra; e sobreviviam somente Noé e os com ele na arca” (Gênesis 7:2123). Este é o famoso relato do dilúvio dos dias de Noé. Segundo a bíblia, devido a maldade do homem, Deus se arrependeu de ter criado a humanidade destruindo tudo que vive. Neste ataque de ira ele extermina homens, mulheres e obviamente crianças, de bebês recém-nascidos até os animais, todos os seres viventes. Agora eu pergunto: O que estas crianças tinham a ver com a suposta maldade de seus pais? Morreram porque simplesmente tiveram a infelicidade de nascer na época errada? Se elas tivessem a chance de crescer talvez tivessem escolhido um proceder diferente de seus pais. Mas infelizmente o Deus bíblico não lhes deu esta oportunidade, foram dizimados sem dó nem piedade.

Numa outra ocasião o Deus bíblico decide destruir duas cidades, Sodoma e Gomorra. Ao saber das intenções de Deus o patriarca Abraão tenta convencê-lo a não causar este massacre terrível. Em Gênesis 18:23-32 encontramos o relato onde Abraão raciocina com Deus tentando fazê-lo desistir desta destruição em massa. Abraão pergunta a Deus: “Arrasarás realmente o justo junto com o iníquo? Suponhamos que haja cinqüenta homens justos no meio da cidade. Arrasa-los-ás então e não perdoarás ao lugar por causa dos cinqüenta justos que há nele? É inconcebível a teu respeito que atues desta maneira para entregar à morte o justo junto com o iníquo, de modo que se dê com o justo o que se dá com o iníquo! É inconcebível a teu respeito. Não fará o Juiz de toda a terra o que é direito? Jeová disse então: Se eu achar em Sodoma cinqüenta homens justos no meio da cidade, hei de perdoar ao lugar inteiro por causa deles”. Note que as palavras de Abraão denotam um senso de justiça. Como poderia Deus destruir uma cidade inteira, incluindo crianças, por causa da maldade da maioria? Pelas palavras de Abraão observamos que ele estava ciente de que havia justos nesta cidade. Na continuação do relato fica claro que ele intercedia pelo seu sobrinho Ló e sua família, mas fica óbvio que ele também se referia as crianças da cidade. Mesmo que todos os adultos fossem realmente merecedores da destruição seus filhos logicamente não tinham nada a ver com as atitudes de seus pais, eram inocentes. Deus promete a Abraão que se existisse cinquenta justos ele não destruiria o lugar. Na continuação do relato Deus chega a prometer: “Por fim disse: “Por favor, não se acenda a ira de Jeová, mas fale eu só mais esta vez: Suponhamos que se achem ali dez.” Ele, por sua vez, disse: “Não a arruinarei por causa dos dez. (Gênesis 18:32). Deus prometeu que se houvesse 10 justos na cidade ele não a destruiria. Porém, mesmo diante das argumentações de Abraão o Deus bíblico mata todo mundo (homens, mulheres e crianças) em Sodoma e Gomorra fazendo “chover enxofre e fogo”. Bem, quase todo mundo, ele poupa Ló e sua família. Agora as inúmeras crianças da cidade foram aniquiladas.

Em outro relato Deus decide livrar seu povo escolhido da escravidão no Egito. Ele escolhe Moisés e lhe dá a seguinte orientação: “E tens de dizer a Faraó. Assim disse Jeová: Israel é meu filho, meu primogênito. E eu te digo: Manda embora meu filho, para que me sirva. Mas, caso te negues a mandá-lo embora, eis que mato teu filho, teu primogênito” (Êxodo 4:22-23). As orientações foram claras, Deus ameaça matar o filho primogênito do faraó. Mais uma vez a pergunta que não quer se calar: O que tinha a ver o filho primogênito de faraó com essa história? Mas a história não para por aí. Moisés segue as orientações de Deus comparecendo diante de faraó com as devidas ameaças. Depois da recusa do faraó, Deus envia várias pragas contra o Egito e na última delas Deus cumpri sua ameaça: “E Moisés prosseguiu, dizendo: Assim disse Jeová: Por volta da meia-noite sairei pelo meio do Egito, e terá de morrer todo primogênito na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó que está sentado no seu trono, até o primogênito da serva que está junto ao moinho manual e todo primogênito de animal. E certamente virá a haver um grande clamor em toda a terra do Egito, tal como ainda nunca ocorreu, e tal como nunca mais ocorrerá” (Êxodo 11:4-6). Não satisfeito em matar apenas um inocente Deus resolve matar todos os primogênitos do Egito, até mesmo dos animais, ou seja, um assassinato em massa de inocentes.

Numa outra ocasião, sob as ordens de Deus, o exército de Moisés derrota os midianitas. Eles matam todos os homens, mas levam presos as mulheres e crianças. Quando Moisés vê os prisioneiros, ele diz furiosamente: “Preservastes viva a toda a fêmea? ...matai a todo o macho dentre os pequeninos e matai a toda a mulher que tiver tido relações com um homem por se deitar com um macho" (Números 15,17). Mais uma vez Deus manda matar as crianças, só que neste caso só as do sexo masculino e as mulheres que tiveram relações sexuais. Assim, quem não teve a sorte de nascer menina ou ser virgem foi massacrado.

As criancinhas do povo de Síon também não tiveram nenhuma chance: “E naquele tempo específico fomos capturar todas as suas cidades e devotar cada cidade à destruição, homens e mulheres, e criancinhas. Não deixamos sobreviventes” (Deuteronômio 2:34).

Será que as criancinhas de Basã tiveram um fim diferente? Veja: “No entanto, devotamo-las à destruição, assim como fizéramos a Síon, rei de Hésbon, ao devotarmos cada cidade à destruição, homens, mulheres e criancinhas” (Deuteronômio 3:6).

Quando o Deus da bíblia ficava aborrecido com alguma coisa ele ficava totalmente descontrolado, nem mesmo a inocente criança de peito escapava: “Pois, na minha ira acendeu-se um fogo, e ele arderá até o Seol, o lugar mais baixo, consumirá a terra e a sua produção, e incendiará os alicerces dos montes. Aumentarei calamidades sobre eles; Gastarei neles as minhas flechas. Ficarão exaustos de fome e consumidos pela febre ardente, e pela destruição amarga. E enviarei sobre eles os dentes de animais. Com peçonha de répteis do pó. Portas afora a espada os privará, e portas adentro, o horror, tanto do jovem como da virgem, da criança de peito junto com o homem grisalho” (Deuteronômio 32:22-25).

Quando Deus ordenou que Saul matasse todos os amalequitas ele fez questão de enumerar todos que deviam ser exterminados. Na sua lista negra estavam homens, mulheres, crianças, bois, ovelhas, camelos, e jumentos. Mas o que todas estas pessoas, incluindo as crianças, fizeram para merecer tal destino cruel? Nada! Absolutamente nada! Por incrível que pareça eles foram dizimados por algo que seus ancestrais fizeram a séculos atrás: “Assim disse Jeová dos exércitos: Tenho de ajustar contas pelo que Amaleque fez a Israel quando se opôs a ele no caminho enquanto subia do Egito. Agora vai, e tens de golpear Amaleque e devotá-lo à destruição, junto com tudo o que ele tem, e não deves ter compaixão dele, e tens de entregá-los à morte, tanto o homem como a mulher, tanto a criança como o bebê, tanto o touro como o ovídeo, tanto o camelo como o jumento” (1ª Samuel 15:2-3).

Se você morasse na cidade de Nobe nos tempos do rei Saul de Israel e tivesse filhos veja o que lhes aconteceria (tudo ordenado por Deus): “Até mesmo a Nobe, a cidade dos sacerdotes, ele golpeou com o fio da espada, tanto homem como mulher, tanto criança como bebê, bem como touro, e jumento, e ovídeo, com o fio da espada” (1ª Samuel 22:19).

Um dos casos mais clássicos de morte de uma criança inocente tem a ver com o 2º rei de Israel, o rei Davi. Depois de cometer adultério com a esposa de um de seus soldados e por fim mandar matá-lo para poder se casar com ela e encobrir seu adultério, pois ela estava grávida dele, Deus depois de um ano resolve puni-lo. Sabe como? Você já deve estar desconfiando: “A isto Natã disse a Davi: Jeová, por sua vez, deixa passar o teu pecado. Não morrerás. Não obstante, visto que inquestionavelmente trataste a Jeová com desrespeito por meio desta coisa, então o próprio filho, que te acaba de nascer, positivamente morrerá” (2ª Samuel 12:13-14).

As crianças as vezes cometem alguma peraltice e todo pai amorosamente corrige o filho dando instrução e orientação. As vezes se faz necessário até mesmo um castigo como não sair do quarto ou não brincar com os amigos. Agora os profetas do Deus bíblico davam um tipo de castigo diferente quando se confrontavam com alguma travessura: “E dali passou a subir a Betel. Quando subia pelo caminho, havia uns pequenos rapazes que saíram da cidade e começaram a fazer troça dele, e que lhe diziam: Sobe, careca! Sobe, careca! Finalmente, ele se virou para trás e os viu, e invocou sobre eles o mal em nome de Jeová. Saíram então da floresta duas ursas e dilaceraram quarenta e dois meninos deles” (2ª Reis 2:23-24). Vejam que ironia, os quarenta e dois jovens chamaram de careca um profeta que era careca, falaram apenas o óbvio. Agora se Deus queria dar uma lição, poderia ter feito o cabelo deles cair e o cabelo do profeta crescer, dessa forma, sem crueldade alguma eles aprenderiam uma lição. Porém, que lição a morte lhes deu? Nenhuma!

O matar crianças inocentes era considerado pelos israelitas como algo a ser elogiado. Nos seus cânticos de louvor ao Deus da bíblia eles constantemente elogiavam a Deus por causar tais carnificinas aos filhos das pessoas de outras nações: “Tu os constituirás em fornalha ardente no tempo fixado para a tua atenção. Jeová, na sua ira, os engolirá, e o fogo os devorará. Destruirás seus frutos da própria terra e sua descendência dentre os filhos dos homens” (Salmos 21:9-10) “Tornem-se os seus filhos meninos órfãos de pai e seja viúva a sua esposa. E que seus filhos, sem falta, andem errantes; e eles terão de mendigar, e dos seus lugares desolados terão de buscar alimento. Seja a sua posteridade para o decepamento. Seja extinto o nome deles na geração seguinte” (Salmos 109:9-10, 13). “Aquele que golpeou os primogênitos do Egito, tanto ao homem como ao animal” (Salmos 135:8). “Àquele que golpeou o Egito nos seus primogênitos, pois a sua benevolência é por tempo indefinido” (Salmos 136:10). “Feliz será aquele que segurar e deveras espatifar tuas crianças contra o rochedo” (Salmos 137:9).

Independente de que nação fosse a criança, se ela estivesse no caminho do Deus bíblico seria despedaçada. O profeta Isaias foi inspirado por Deus a decretar esta condenação contra os bebês que tiveram o azar de nascer em Babilônia: “Todo aquele que for achado será traspassado, e todo aquele que for apanhado na varredura cairá à espada; e as próprias crianças deles serão despedaçadas diante dos seus olhos. Suas casas serão rapinadas e suas próprias mulheres serão violentadas” (Isaias 13:15-16).

Se uma criança por coincidência nascesse em Samaria na época do profeta Oséias teria um destino funesto: “Samaria será tida por culpada, pois agiu rebeldemente contra o seu Deus. Cairão à espada. Suas próprias crianças serão despedaçadas e as próprias mulheres grávidas deles serão estripadas” (Oséias 13:16). Quando o Deus bíblico resolvia corrigir uma pessoa sua forma preferida era matando suas crianças: “Em vão golpeei os vossos filhos. Não aceitaram a disciplina” (Jeremias 2:30).

O profeta Jeremias quando ficava furioso como Deus, descontava toda sua raiva em crianças, jovens, maridos, esposas e velhos, um descontrole total, sobrava para todo mundo: “E fiquei cheio do furor de Jeová. Estou fatigado de o conter. Derrama-o sobre a criança na rua e, ao mesmo tempo, sobre o grupo íntimo dos jovens; porque eles também serão apanhados, o homem junto com sua esposa, o velho junto com aquele que está cheio de dias” (Jeremias 6:11-12).

De vez em quando Deus em toda sua cólera fazia os pais comerem seus filhos: “E vou fazê-los comer a carne de seus filhos e a carne de suas filhas; e comerão cada um, a carne de seu próximo, por causa do cerco e por causa do aperto com que os assediarão os seus inimigos e os que procuram a sua alma” (Jeremias 19:9). “As próprias mãos de mulheres compassivas cozinharam seus próprios filhos. Tornaram-se qual pão para alguém durante o desmoronamento da filha do meu povo. Jeová levou a cabo seu furor. Derramou a sua ira ardente. E ele acende um fogo em Sião, que consome os alicerces dela” (Lamentações 4:10-11). “Portanto, os próprios pais comerão os filhos no teu meio, e os próprios filhos comerão seus pais, e eu vou executar em ti atos de julgamento e espalhar tudo o que restar de ti a todo vento” (Ezequiel 5:10).

Diante de tais passagens meu único sentimento é de repulsa. Crianças sendo despedaçadas, espatifadas, dilaceradas, decepadas, pais cozinhando e comendo seus próprios filhos, o furor de Deus sendo derramado sobre crianças, filhos sendo golpeados para disciplinar os pais. Diante de tudo isso só posso dar um conselho aos pais, se vocês realmente amam seus filhos não os deixem perto do Deus bíblico.

Este texto foi extraído do livro "A BÍBLIA SOB ESCRUTÍNIO", para adquiri-lo CLIQUE AQUI!

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Novo primeiro-ministro grego dispensa a Bíblia em juramento

Alexis Tsipras (foto), 40, do partido de esquerda Synaspismos, assumiu o cargo de primeiro-ministro da Grécia dispensando a cerimônia religiosa, que consistiria de um juramento diante da Bíblia com participação de autoridades eclesiásticas. É a primeira vez na história da Grécia que um primeiro-ministro é empossado por intermédio apenas do juramento civil, prometendo obediência à Constituição. Antes,Tsipras informou aos líderes da Igreja Ortodoxa que não seguiria o protocolo da cerimônia religiosa por uma questão de coerência — ele é ateu.
Sem entrar em detalhes, afirmou que as relações entre Estado e Igreja vão ter maior relevância. A Grécia tem cerca de 11 milhões de pessoas. Desse total, 92% são cristãos. A Igreja Ortodoxa Grega é hegemônica. Na posse, Tsipras manteve o seu hábito de não usar gravata. Disse que faria o mesmo até em uma visita ao papa. Tsipras fez uma coligação com o Partido dos Gregos Independentes (Anel), agremiação de extrema direita. O une no momento na Grécia o partido de esquerda e o de direita é que ambos são contra a política de austeridade imposta pela União Europeia para tirar o país da recessão.

Fonte: Folha de São Paulo

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Influências Mitológicas na Bíblia

Grande parte das histórias bíblicas como a criação do homem através do barro, o dilúvio, o sol parar no céu, a torre de babel, a gravidez de uma virgem, o salvador, o inferno, o céu, batalhas dos anjos de Deus contra os do diabo dentre outras tiveram influência das culturas que dominaram e colonizaram os hebreus em sua peregrinação pela terra palestina como os sumérios, acadianos, assírios, babilônicos, egípcios, persas, gregos e romanos. Os arqueólogos descobriram diversas provas de que a bíblia é uma colcha de retalhos influenciada fortemente por mitos alheios como o Enuma Elish (babilônico), o Livro dos Mortos (egípcio), o código de Ur-Nammu (sumério), o código de Hamurabi (babilônico), a Epopéia de Gilgamesh (acadiano), a Batalha dos Titãs gregos e a origem do Hades (inferno), o culto persa depois assimilado pelos romanos ao Deus Sol Invictus (nascimento, morte e adoração do Deus sol entre as doze constelações do zodíaco) entre outros.

Acha o relato da criação em Gênesis retratando um começo perfeito onde Deus criou todas as coisas em seis dias começando pela luz e terminando na criação do homem feito de barro (pó do solo) e por causa de um incidente toda aquela harmonia acabou, como sendo original? Pois bem, o Enuma Elish, mito de criação babilônico descoberto por Austen Henry Layard em 1849 (em forma fragmentada) nas ruínas da Biblioteca de Assurbanipal em Nínive (Mossul, Iraque) e publicado por George Smith em 1876 tendo sua composição remontada a Idade do Bronze, nos tempos de Hamurabi ou talvez o início da Era Cassita (cerca de 18 a 16 séculos a.C.), como podem observar, escrito antes da bíblia, já retratava uma lenda semelhante à descrita no Gênesis. O Enuma Elish tem cerca de mil linhas escritas em babilônico antigo sobre sete tábuas de argila, cada uma com cerca de 115 a 170 linhas de texto. São várias as similaridades entre a história da criação no Enuma Elish e a história da criação no Livro do Gênesis. A temática dos dois segue a mesma linha, a luta entre o Caos e a Ordem. No Enuma Elish, um deus tem que lutar contra o Caos para estabelecer a Ordem. No Gênesis, a divindade transforma o Caos em Ordem. Esta temática é muito antiga e comum aos povos do Oriente Médio. O Gênesis descreve seis dias de criação, seguido de um dia de descanso, enquanto que o Enuma Elish descreve a criação de seis deuses e um dia de descanso. Em ambos a criação é feita pela mesma ordem, começando na Luz e acabando no Homem. A deusa Tiamat do Enuma Elish é comparável ao abismo (água de profundeza, mar profundo) no Gênesis 1:2, sendo que a palavra hebraica para abismo (Tehom) tem a mesma raiz etimológica que Tiamat.

Acha o relato do dilúvio descrito na bíblia original? Bem, na Epopeia de Gilgamés um antigo poema épico da Mesopotâmia, uma das primeiras obras conhecidas da literatura mundial com seu registro mais completo vindo de uma tábua de argila escrita em língua Acadiana do século VIII a.C. tendo sido, no entanto encontradas tábuas com excertos que datam do século XX a.C., já retratava uma grande inundação mandada por Deus (ou Deuses) para exterminar toda vida na terra escolhendo um homem para sobreviver dando-lhe instruções sobre como construir um grande barco e salvar um casal de cada animal. Notaram que tal relato foi comprovadamente escrito antes da bíblia?

Acha a lei Mosaica (Torá) registrada na bíblia original? Na realidade a Lei Mosaica não apresenta nenhum elemento novo, sendo muitos de seus elementos adaptações e transcrições encontradas em documentos (códigos legislativos e morais) mais antigos como aqueles utilizados pelos egípcios (enxertos do Livro Egípcio dos Mortos), hindus (Código de Manu), babilônicos e outras civilizações do Crescente Fértil (Código de Hamurabi). Observe algumas comparações entre a Lei Mosaica e o Código de Hamurabi, um conjunto de leis escritas, sendo um dos exemplos mais bem preservados desse tipo de texto oriundo da Mesopotâmia. Acredita-se que foi escrito pelo rei Hamurabi, aproximadamente em 1700 a.C. Foi encontrado por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia correspondente à cidade de Susa, atual Irã. É um monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica, com 282 leis em 3600 linhas. A peça tem 2,25 m de altura, 1,50 metro de circunferência na parte superior e 1,90 na base (em exposição no Museu do Louvre).

Por exemplo, na Lei mosaica lemos: “Fratura por fratura, olho por olho, dente por dente; como ele tiver desfigurado a algum homem, assim se lhe fará” (Levítico 24:20). No Código de Hamurabi lemos “Se um cidadão destruiu o olho de um (outro) cidadão, destruirão o seu olho” (Artigo 196); “Se quebrou o osso de um cidadão, quebrarão o seu osso” (Artigo 197); “Se um cidadão arrancou um dente de um cidadão igual a ele, arrancarão o seu dente”.

Lei Mosaica: “E caso homens cheguem a altercar, e um golpeie outro com uma pedra ou com uma enxada e ele não morra, mas caia de cama, se ele se levantar e deveras andar em volta, portas afora, com algo em que se apóie, então aquele que o golpeou terá de ficar livre de punição; somente dará compensação pelo tempo de trabalho que o outro perder, até que o faça completamente são” (Êxodo 21:18, 19). Código de Hamurabi: “Se um cidadão, em uma briga bateu em um (outro) cidadão e lhe infligiu um ferimento, esse cidadão deverá jurar ‘não bati nele deliberadamente’, e pagará o médico” (Art. 206).

Lei Mosaica: “Se homens brigarem, e ferirem mulher grávida, e forem causa de que aborte, porém sem maior dano, aquele que feriu será obrigado a indenizar segundo o que lhe exigir o marido da mulher; e pagará como os juízes lhe determinarem. Mas se houver dano grave, então darás vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferimento por ferimento, golpe por golpe” (Êxodo 21:22-25). Código de Hamurabi: “Se um cidadão bateu na filha de um cidadão e a fez expelir o (fruto) de seu seio, pesará 10 siclos de prata [cerca de 80 gramas] pelo (fruto) de seu seio (Art. 209); Se essa mulher morrer, matarão a sua filha” [filha do agressor] (Artigo 210)”.

Lei Mosaica: “Se um homem adulterar com a mulher de seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera” (Levítico 20:10). No caso a morte era por apedrejamento e não havia a possibilidade de perdão. Código de Hamurabi: Se a esposa de um cidadão foi surpreendida dormindo com outro homem, eles os amarrarão e os lançarão n’água. Se o esposo deixar viver sua esposa, o rei, também, deixará viver seu servo (Artigo 129). Aqui a morte dos adúlteros é por afogamento, mas, diferentemente da lei mosaica, havia a possibilidade de perdão para os adúlteros. Pela lei mosaica, a mulher suspeita de adultério deveria ser levada ao Santuário para pronunciar um juramento diante de Deus de que não havia cometido adultério (Números 5:11-31). Código de Hamurabi: “Se o marido acusou sua esposa, (mas) um outro homem, ela pronunciará o juramento de Deus e voltará para sua casa” (Artigo 131).

Lei Mosaica: “Se algum homem no campo achar moça desposada, e a forçar, e se deitar com ela, então morrerá só o homem que se deitou com ela” (Deuteronômio 22:25). Código de Hamurabi: “Se um cidadão amarrou a esposa de um (outro) cidadão, que (ainda) não conheceu um homem e mora na casa seu pai, dormiu em seu seio, e o surpreenderam, esse cidadão será morto, mas essa mulher será libertada” (Art. 130). Pelo Código Mosaico, se alguém acusasse falsamente uma pessoa, deveria se fazer com ela o que a mesma pretendia que se fizesse com o acusado (Deuteronômio 19:16-21). Código de Hamurabi: “Se um cidadão acusou um (outro) cidadão e lançou sobre ele (suspeita de) morte, mas não pode comprovar, o seu acusador será morto” (Art. 01).

Lei Mosaica: “Se achar alguém que, tendo roubado um dentre os seus irmãos, dos filhos de Israel, o trata como escravo ou o vende, esse ladrão morrerá. Assim eliminarás o mal do meio de ti” (Deuteronômio 24:7). Código de Hamurabi: “Se um cidadão roubou o filho menor de um (outro) cidadão, ele será morto” (Art. 14). Lei Mosaica: “O homem que se deitar com a mulher de seu pai terá descoberto a nudez de seu pai; ambos serão mortos; o seu sangue cairá sobre eles” (Levítico 20:11). Código de Hamurabi: “Se um cidadão, depois (da morte) de seu pai, dormiu no seio de sua mãe, queimarão a ambos” (Art. 157). Lei Mosaica: “Quem ferir seu pai ou sua mãe será morto” (Êxodo 21:15). Código de Hamurabi: “Se um filho bateu em seu pai, cortarão a sua mão” (Art. 195). Nota-se que, em relação ao Código de Hamurabi, a Lei Mosaica era mais severa, pois punia o filho agressor com a morte.

Obviamente, não estamos afirmando que a lei Mosaica é uma cópia direta do código de Hamurabi. Provavelmente tanto algumas leis do código de Hamurabi quanto algumas leis da lei Mosaica derivam de leis, costumes e normas sociais mais antigas. Mas o código de Hamurabi foi um dos primeiros a escreve-las e muitas leis da Torá provavelmente foram influenciadas diretamente por ele e por outros códigos da antiga Mesopotâmia.

Outro código semelhante à Lei Mosaica que foi formulado antes da bíblia é o Código de Ur-Nammu que surgiu na Suméria por volta de 2040 a.C. Descrevendo costumes antigos transformados em leis e enfatizando penas pecuniárias para diversos delitos é considerado um dos mais antigos códigos de leis que se tem notícia. Foi encontrado nas ruínas de templos da época do rei Ur-Nammu, na região da Mesopotâmia (onde fica atualmente o Iraque). Foi descoberto somente em 1952, pelo assiriólogo e professor da Universidade da Pensilvânia, Samuel Noah Kromer. Nesse Código elaborado no mais remoto dos tempos da civilização humana é possível identificar em seu conteúdo dispositivos diversos que adotavam o princípio da reparabilidade dos atualmente chamados danos morais

Acha a história de Jesus original? Veja o exemplo da gravidez milagrosa. A origem de Jesus segundo a bíblia ocorreu de forma sobrenatural. Maria, que era virgem, achou-se grávida pelo Espírito Santo. Pois bem, o semideus grego Perseu nasceu quando o Deus Zeus visitou a virgem Dânae na forma de um banho de ouro e a engravidou. Hermes nasceu da virgem Maia que também foi fecundada pelo pai dos Deuses Zeus. A virgem Nana pegou uma romã da arvore banhada pelo sangue do assassino Agdistis, colocou-a em seu seio e deu a luz ao Deus Attis. A filha virgem de um Deus mongol acordou certa noite e se viu banhada por uma luz grandiosa, que fez com que ela desse a luz a Gêngis Khan. Krishna nasceu sem uma união sexual por meio da "transmissão mental" ióguica da mente de Vasudeva no ventre da virgem Devaki. Reia Sílvia, uma sacerdotisa virgem, consagrada à Deusa Vesta engravidou do Deus Marte e desta união foram gerados os irmãos Rômulo e Remo. Na noite que Sidarta Gautama (Buda) foi concebido, a rainha Maya sonhou que um elefante branco com seis presas brancas entrou em seu lado direito. Coatlicue, a serpente, pegou uma pequena bola de plumas do céu e a escondeu em seu seio e assim nasceu o Deus asteca Huitzilopochtli. Não podemos deixar de citar o Deus egípcio Hórus, que milhares de anos antes de Jesus, teve um nascimento milagroso. Um antigo relevo egípcio retrata essa concepção mostrando sua mãe Ísis na forma de um falcão, pairando sobre o pênis ereto de um Osíris prostrado e morto, portanto, Ísis foi fecundada pelo espírito de Osíris, pois ele já estava morto, habitando o mundo dos mortos. Uma Estela datada de 1400 a.C. (hoje guardada no Museu do Louvre), contém um hino que descreve esta concepção milagrosa (Thomas Allen [Tom Harpur], The Pagan Christ: Recovering the Lost Light. Toronto, 2004. ISBN 0-88762-145-7).

E outros detalhes da vida de Jesus, acha que são originais? Pois bem, o Deus Mitra pertence às mitologias persa, indiana e greco-romana. É descrito como o Deus do equilíbrio e da ordem do cosmo. Por volta do século V a.C. passou a integrar o panteão do Zoroastrismo Persa, a princípio como senhor dos elementos e depois sob a forma definitiva do Deus solar. Representava também o bem e a libertação da matéria. Chamavam-no de "Sol Vencedor". Existem referências a Mitra de 1400 a.C., como Deus dos Hurritas, no norte da Mesopotâmia. Agora observe alguns detalhes interessantes de sua mitologia. Mitra era o intermediário entre Ormuzd (Deus-Pai) e o homem, seu nascimento é comemorado em 25 de dezembro, nasceu de forma milagrosa sem envolvimento sexual, pastores vieram adorá-lo com presentes como ouro e incenso, viria livrar o mundo do seu irmão maligno Ariman, era considerado um professor e um grande mestre viajante, era identificado com o leão e o cordeiro, seu dia sagrado era domingo (Sunday ou “Dia do Sol”), centenas de anos antes de Cristo tinha sua festa no período que se tornou mais tarde a Páscoa cristã, teve doze companheiros ou discípulos, executava milagres, foi enterrado em um túmulo e após três dias levantou, sua ressurreição era comemorada cada ano.

O Deus grego Dionísio (do século 2 a.C.) que foi incorporado pelos romanos como Baco, era considerado o Deus dos ciclos vitais, das festas e do vinho. Segundo a mitologia grega Dionísio nasceu da virgem Sémele que foi fecundada por Zeus, quando criança quiseram matá-lo, fez milagres como a transformação da água em vinho e a multiplicação dos peixes, após sua morte, ressuscitou, era chamado de "Filho pródigo" de Zeus. Hércules, meio irmão de Dionísio, igualmente nasceu de uma virgem, no caso Alcmena, que foi fecundada por Zeus, seu nascimento é comemorado em 25 de dezembro, foi impiedosamente tentado pelas forças do mal (Hera, a ciumenta esposa de Zeus), a causadora de sua morte (sua esposa) se arrepende e se mata enforcada, estão presentes no momento de sua morte sua mãe e seu discípulo mais amado (Hylas), sua morte é acompanhada por um terremoto e um eclipse do Sol, após sua morte, ressuscitou, ascendendo aos céus (Murdock, DM [as Acharya S] 1999, The Christ Conspiracy: The Greatest Story Ever Sold. Kempton, Illinois: Adventures Unlimited Press. ISBN 0-932813-74-7).

Sidarta Gautama, popularmente conhecido como Buda, viveu por volta de 500 anos antes de Cristo. Segundo o Buddhacarita (sua biografia completa mais antiga) um poema épico escrito pelo poeta Asvaghosa que data do começo do século II a.C., sua missão de salvador do mundo foi profetizada quando ele ainda era um bebê, por volta dos 30 anos iniciou sua vida espiritual, foi impiedosamente tentado pelas forças do mal enquanto jejuava, caminhou sobre as águas (Anguttara Nikaya), ensinava por meio de parábolas, inclusive uma sobre um "filho pródigo", a partir de um pão alimentou 500 discípulos e ainda sobrou (Jataka), transfigurou-se em frente aos discípulos com luz saindo de seu corpo, após sua morte, ressuscitou (apenas na tradição chinesa). Krishna, uma figura central do Hinduísmo que remonta a 3000 a.C. nasceu de uma virgem chamada Devaki (Divina), uma estrela avisou a sua chegada, é considerado o oitavo avatar de Vishnu, portanto, é a segunda pessoa da trindade hindu formada por Brahma (o criador) Vishnu (o conservador) e Shiva (o destruidor), foi perseguido por um tirano que requisitou o massacre de milhares de crianças, fez vários milagres, em algumas tradições morreu em uma árvore e após sua morte, ressuscitou (Murdock, DM [as Acharya S] 2004. Suns of God: Krishna, Buddha and Christ Unveiled. Kempton, Illinois: Adventures Unlimited Press. ISBN 1-931882-31-2).

O que você acha? Seria mera coincidência? As semelhanças são tão grandes que até mesmo Justino, o Mártir, famoso teólogo cristão do segundo século, um dos primeiros historiadores e defensores do cristianismo, decapitado como mártir em 165 d.C. reconheceu em seus escritos: “Quando nós dizemos que Jesus Cristo nosso mestre foi produzido sem união sexual, morreu e ressuscitou ascendendo aos céus, nós não propomos nada de muito diferente do que aqueles que propõem e acreditam nos filhos de Júpiter” (The First Apology, Chapter XXI - Analogies to the history of Christ). As evidências mostram que a história de Jesus não tem nada de original e foi influenciada por diversas lendas e mitos dos povos que conviveram com os judeus. Vamos analisar a seguir mais um exemplo revelador da influência mitológica na escrita da bíblia.

Este texto foi extraído do livro "A BÍBLIA SOB ESCRUTÍNIO", para adquiri-lo CLIQUE AQUI!

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