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A polícia invadiu uma orgia de padres regada a drogas no Vaticano

O Papa Francisco estaria "furioso" depois que policiais, supostamente, acabaram com uma orgia gay regada a drogas no Vaticano, no apartamento de um padre de alto escalão da Igreja. A informação é do jornal italiano Il Fatto Quotidiano, que noticiou que a polícia teria invadido o apartamento do padre depois que vizinhos reclamaram de comportamento estranho e "pessoas entrando e saindo" do local. Lá dentro, eles teriam topado com uma orgia gay e muitas drogas. O jornal italiano informou que o Papa estava furioso com a notícia. O organizador da festinha era um assessor de 50 anos do Cardeal Francesco Coccopalmerio — presidente de muitas congregações, incluindo do Conselho Pontífice de Textos Legislativos — chamado Luigi Capozzi. Coccopalmerio é uma figura importante na Igreja, sendo um dos conselheiros-chave do Papa — ele foi indicado ao posto em 2007 por intermédio do Papa Bento. 

 

O apartamento onde tudo aconteceu era de propriedade da Congregação para Doutrina da Fé – às vezes chamado de Palácio do Santo Ofício – e um frequentador típico do lugar era Coccopalmerio. Capozzi, que é um monsenhor, foi preso quando a orgia foi desbaratada, mas nenhuma queixa foi prestada ainda. Capozzi também teria sido levado a um hospital para se desintoxicar das drogas que consumiu. Além de seguidos escândalos de pedofilia, parece que o Vaticano está passando, na falta de um termo melhor, por um pequeno problema de orgias. Em 2015, um padre de 50 anos no sul da Itália foi suspenso por se envolver em orgias gays, e no começo do ano, um padre de Nápoles foi suspenso por alegações similares. O Il Fatto Quotidiano informou que a aposentadoria de Coccopalmerio pode ser acelerada como resultado da orgia do assessor.

Fonte: ILFattoQuotidiano

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Vaticano é acusado de má gestão e desvio de doações em novo 'Vatileaks'

Denúncias com base em documentos secretos vazados na Itália afirmam que as finanças do Vaticano são marcadas pela má gestão e pelo uso de doações para os pobres para manter o estilo de vida luxuoso de cardeais. O escândalo, batizado de novo "Vatileaks", surgiu com o lançamento de dois livros que serão publicados nesta semana, escritos com base em documentos secretos que revelariam os males da Cúria Romana e uma forte resistência às reformas financeiras que o papa Francisco tenta implementar. Os documentos teriam sido fornecidos pelo padre espanhol Lucio Ángel Vallejo Balda e pela laica italiana Francesca Chaouqui, acusados e detidos pelo Vaticano no último fim de semana por roubo de textos confidenciais.

Os livros, que serão publicados nesta semana, são "Avaricia" de Emiliano Fittipaldi, da revista L'Espresso, e "Via Crucis", de Gianluigi Nuzzi, jornalista do grupo de televisão Mediaset. Segundo a imprensa italiana, as obras revelam sobretudo a oposição interna às reformas financeiras do papa Francisco.

De acordo com Fittipaldi, o Vaticano emprega os recursos de doações para os pobres na sua administração central. Cerca de 400 milhões de euros teriam sido desviados do "Óbolo de São Pedro", com doações provenientes de todo o mundo, para a Cúria Romana.

Vários cardeais, inclusive aposentados, residem em luxuosos apartamentos às custas da Cúria Romana, afirma Nuzzi, autor de outro livro com documentos roubados do escritório do papa Bento 16 e que marcou o final desse pontificado.

Segundo o autor, devido à má gestão das finanças vaticanas, foram registradas "perdas por diferenças no inventário" e "buracos" de até 700 mil euros no balanço do supermercado do Vaticano e de 300 mil euros no da farmácia vaticana.

Nuzzi disse ainda que o papa presidiu uma reunião a portas fechadas em 2013, lamentando que "os custos estejam fora de controle", após indicar um aumento de 30% do número de funcionários em 5 anos.

Segundo Nuzzi, tanto Vallejo como Chaouqui, suas "fontes", queriam "ajudar o papa" com a publicação dos documentos aos que tiveram acesso, como os especialistas da Comissão encarregada de estudar as reformas econômicas da Santa Sé.

"Não é uma maneira de ajudar a missão do Papa", advertiu na segunda-feira (2) o Vaticano, que os considera "traidores" e ameaçou denunciá-los inclusive penalmente se for o caso.

"Este trabalho começou há um ano e baseia em informação verificada", garantiu Fippipaldi. "Entendo que o Vaticano esteja preocupado (...). A investigação revela a distância entre a posição do papa e o funcionamento real", comentou o jornalista.

Os livros citam e-mails, atas de reuniões, conversas privadas gravadas e notas que demonstram o excesso de burocracia, a má gestão, o desperdício e os gastos milionários com aluguéis.

Desde o início do seu pontificado, Francisco critica em público a Curia Romana, que, para ele, é um centro de "intrigas, fofocas panelinhas com ambições de fazer carreira".

No passado, durante as celebrações do Natal, o pontífice descreveu as "15 doenças da Cúria", entre elas o "Alzheimer espiritual".

Fonte: Portal G1

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'Igreja é homofóbica, cheia de medo e ódio', diz padre gay afastado pelo Vaticano

Sacerdote católico há 17 anos, o polonês Krysztof Charamsa, de 43 anos, causou alvoroço dentro e fora do Vaticano após se declarar homossexual e apresentar seu companheiro, o catalão Eduard Planas, em Roma. Para o anúncio, o padre escolheu uma data estratégica: dia 3, véspera do início do Sínodo de Bispos, reunião em que líderes da Igreja Católica discutem, até 24 de outubro, questões relacionadas à família. Em entrevista à BBC Brasil, ele defendeu o anúncio naquele momento por acreditar que "um sínodo que quer falar da família não pode excluir nenhum modelo familiar. Homossexuais, lésbicas e transexuais têm direito ao amor e a construir famílias". Charamsa também tornou público seu "Manifesto de liberação gay", no qual pede o fim da discriminação de pessoas homossexuais por parte da Igreja Católica. Após o anúncio, o padre Charamsa foi afastado de seu trabalho como funcionário da Congregação para a Doutrina da Fé (o antigo Santo Ofício, cuja função é promover e tutelar a doutrina da fé e da moral em todo o mundo católico), em que também era secretário-adjunto da Comissão Internacional Teológica. Além disso, foi demitido das duas universidades católicas em que dava aulas, em Roma. Apesar das consequências imediatas, afirma que sente aliviado. "Sou um padre gay e estou feliz em poder dizer isso abertamente", declara nesta entrevista, concedida em um hotel em Badalona, perto de Barcelona, na Espanha. 

 

BBC Brasil – Após anunciar sua homossexualidade, o senhor tem recebido demonstrações de apoio e críticas. Como vê a repercussão da sua declaração?

Krysztof Charamsa – Por parte do Vaticano, a consequência foi automática. Perdi meu trabalho na Congregação e nas universidades pontifícias. Por outro lado, tenho recebido palavras de conforto, apoio, gratidão e relatos de pessoas que se sentem identificadas e liberadas com meu gesto. Admito que foi um gesto dramático, quase de desespero diante de uma igreja que considero homofóbica, cheia de medo e ódio. Eu vivi o pesadelo da homofobia da minha igreja.

BBC Brasil – Por que o senhor diz que a igreja é homofóbica?

Charamsa – Porque ainda não é capaz de encarar a realidade, não deu o passo dado pela medicina e leis de alguns Estados. Não há nada o que curar na homossexualidade, não é delito ser homossexual. Não se pode viver toda a vida no armário, numa quase esquizofrenia de não aceitação de si mesmo. Você não pode imaginar o sentimento de culpa de um gay crente! A mentalidade cristã fundiu em nós que ser homossexual é pecaminoso e diabólico.

BBC Brasil – Qual é o desafio da Igreja Católica para atrair esse coletivo?

Charamsa – A igreja não faz nada para atrair essas pessoas! Eu trabalhava na Congregação para a Doutrina da Fé, que preparou, de 1975 até hoje, quatro documentos sobre a homossexualidade. Todos se referem aos homossexuais em termos negativos, não à luz da ciência moderna. Os documentos dizem que todo desejo ou ato homossexual não é humano. Como se pode falar assim de uma grande comunidade que sempre existiu em cada época da história?

BBC Brasil – Quando o senhor decidiu que era o momento de dizer ao mundo que é gay?

Charamsa – Sair do armário é um processo difícil e longo, mas hoje vejo o quanto foi necessário e salvífico para mim, me fez feliz, me fez forte. Ao tomar essa decisão, pensei também nas pessoas que por anos vivem em um armário de medo e de ódio.

BBC Brasil – Por que resolveu fazer esse anúncio justo às vésperas do início do Sínodo de Bispos?

Charamsa – Eu queria chamar a atenção da minha igreja que um sínodo que quer falar da família não pode excluir nenhum modelo familiar. Homossexuais, lésbicas e transexuais têm direito ao amor e a construir famílias. Mas até agora o assunto foi marginalizado e estigmatizado.

BBC Brasil – O sr. acredita que a Igreja Católica admitirá o sacerdócio sem celibato?

Charamsa – Isso certamente acontecerá. Diferente da igreja latina, na oriental um padre pode escolher ser celibatário ou casado. Celibato não é uma verdade de fé, é uma disciplina, uma imposição. Vamos em direção a um celibato opcional, muito mais saudável.

BBC Brasil – No Brasil, o Congresso discute o Estatuto da Família, que delimita o conceito de família para homem, mulher e filhos. Até que ponto a igreja influencia discussões desse tipo?

Charamsa – A igreja é uma autoridade mundial e em países latino-americanos sua influência é muito forte, mas pode ser fonte de profundo sofrimento. A igreja tem a ideia falsa de que homossexuais não podem formar família. Acredita que só buscam sexo. Isso é horrível. Não somos maníacos que buscam prazer sexual, somos humanos que buscam amor.

BBC Brasil – Nos últimos anos, a Igreja Católica no Brasil tem perdido fiéis para outras igrejas. Qual o desafio diante desse êxodo?

Charamsa – No Brasil, algumas comunidades evangélicas deram um passo importante para entender os homossexuais. Na Europa, entre anglicanos e evangélicos, já há um pensamento mais adequado sobre homossexualidade. A ética sexual necessita de uma profunda revolução, adequada a uma nova consciência de humanidade e sexualidade.

BBC Brasil – O senhor disse que lhe emocionaram as palavras do papa Francisco, voltando de uma viagem ao Brasil, quando afirmou: "Quem sou eu para julgar um gay?". Por que lhe marcou?

Charamsa – Estou muito agradecido ao papa Francisco, ele é um verdadeiro homem de Deus. As pessoas veem sua transparência, sua verdade, querem escutá-lo. O papa Francisco disse essa frase, mas na igreja há uma instrução de 2005 que julga todos os gays e contradiz suas palavras.

BBC Brasil – O senhor escreveu ao papa para explicar a declaração que faria. Acha que ele vai responder sua carta?

Charamsa – Não sei. Mas comuniquei ao papa Francisco meu estado de ânimo, de alma, de coração. Pedi que a reunião de bispos que ele preside possa discutir não somente a família heterossexual, mas todas as famílias.

BBC Brasil – Acha que a igreja vai proibi-lo de exercer o sacerdócio?

Charamsa – Sim, é possível.

BBC Brasil – Que planos o senhor tem? Pensa ser ativista dos gays católicos?

Charamsa – Ainda não sei, mas penso servir os valores da minha vocação. Sou um padre chamado por Deus como homossexual. Quem viveu tanto tempo no armário precisa de uma palavra de aceitação, esperança, reconhecimento de sua dignidade. Esta é a mensagem do cristianismo: o que podemos dar a esse mundo senão o amor?

Fonte: Portal G1

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Novos escândalos no Vaticano incluem orgias gays e assassinato

Dois novos escândalos assombram o Vaticano. Um padre do norte da Itália é acusado de procurar parceiros gays na internet e participar de orgias, enquanto outro é suspeito de assassinar uma mulher próximo à cidade de Arezzo, no sul do país. A suspeita sobre o assassinato foi levantada após uma ossada feminina ser encontrada na laje de uma capela. Os ossos podem ser da beata Guerrina Piscaglia, de 50 anos,— desaparecida desde o ano passado— que estaria grávida do padre Gratien Alabi. O padre, que é da República Democrática do Congo, negou as acusações e afirmou que é inocente. No norte da Itália, outro religioso, de 50 anos de idade, foi expulso do cargo de padre após ser acusado de procurar parceiros sexuais na internet e promover orgias gays. A denúncia partiu de um homem de 32 anos, da cidade de Rovigo, que afirmou ter mantido conversas com o padre no Facebook e estabelecido uma estreita amizade. De acordo com o homem, o pároco admitiu sua homossexualidade e revelou que matinha relações sexuais com outros religiosos— inclusive com membros da Guarda do Vaticano. Na denúncia, o jovem anexou gravações de suas conversas com o padre o que, de acordo com o Arcebispo de Taranto, Filippo Santoro, comprovou a “confiabilidade dos fatos”. O padre afirmou ainda que esse tipo de comportamento é “absolutamente incompatível com o sacerdócio”. Um porta-voz do Vaticano declarou ainda que “É desnecessário dizer que os sentimentos do arcebispo e da Cúria são de pesar e consternação”.

Fonte: O Globo

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