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Filosofia é uma linha morta de pensamento, afirma Hawking

A filosofia está morta, declarou Stephen Hawking (foto). O escritor do best-seller "Uma Breve História do Tempo", que é considerado o mais renomado físico ainda vivo,  esteve na última conferência do Google Zeitgeist, em Hertfordshire, na Inglaterra. Ele disse na conferência que as importantes questões do universo não podem mais ser resolvidas sem a ajuda da física e da tecnologia como aquela vista nos grande aceleradores de partículas. Acrescentou que esses campos não pertencem mais à filosofia, que é, para ele, uma linha de pensamento morta nos dias atuais. 
 
"Muitos de nós não nos preocupamos mais com essas perguntas, entretanto, questões como 'de onde viemos?' ou 'para onde vamos', que eram tradicionalmente questões filosóficas, hoje são recorrentes exclusivamente para a ciência", afirmou. "Os filósofos atuais não têm estudado de acordo com as descobertas mais recentes da física, e por isso, a filosofia está morta."
 
O físico também diz que os cientistas estão se tornando cada vez mais os "detentores da tocha que ilumina as descobertas na nossa busca pelo conhecimento" e que as novas descobertas científicas nos levam a um patamar completamente novo quando pensamos em nossa razão de existência. Em uma palestra de 40 minutos, o professor disse estar vendo uma nova teoria do universo unificado, aquela que segundo ele até mesmo Einstein morreu buscando. No final do discurso, Hawking compara essa teoria ao Google Earth, dizendo que a futura hipótese também funcionará como um mapa e que ela fará uso de tecnologias que nem mesmo o Google teria o conhecimento ou o dinheiro para custear. 
 
Fonte: Paulopes
 

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Vida após a morte é conto de fadas, diz Stephen Hawking

A vida após a morte é um conto de fadas para quem tem medo do escuro, disse o físico teórico e cosmólogo britânico Stephen Hawking (foto), 69, em entrevista ao jornal inglês “The Guardian”, ao antecipar o que falará em uma palestra com o tema “Por que estamos aqui”. O cientista sofre de uma doença degenerativa incurável que o deixou imóvel em uma cadeira de rodas construída para ele, com um sistema eletrônico pelo qual se comunica com uma voz metálica.  Disse que, por conta de sua doença, vive há 49 anos a perspectiva de uma morte prematura. Em 2009, ele teve de ser internado às pressas e esteve à beira da morte. “Eu não tenho medo da morte, mas não tenho pressa de morrer”, afirmou. “Tenho tanta coisa que quero fazer primeiro.” Para Hawking, o cérebro é como um computador que para de funcionar quando falta energia ou quando os seus componentes falham. E não haverá mais nada da pessoa quando esse computador pifar, disse.  Ele afirmou que não existe um arquiteto, um Deus, responsável pela criação do universo, conforme escreveu no livro The Grand Design, lançado em 2010. O cientista disse que o universo tem a capacidade de se criar, o que para religiosos é uma teoria ilógica. Na entrevista, ele insistiu que a ciência prevê que muitos tipos diferentes do universo possam surgir espontaneamente. “É uma questão de oportunidade”, disse. “A ciência é bela quando se torna simples as explicações de fenômenos ou conexões entre diferentes observações, como a dupla hélice na biologia e as equações fundamentais da física." Stephen Hawking parece ter se recuperado bem do agravamento de sua saúde em 2009. Desde então, ele escreveu um livro, reassumiu o seu departamento de pesquisa na Universidade de Cambridge e vive de acordo com o que prescreve a todos: a busca da valorização da vida, porque cada um de nós só tem uma.
 
 
 

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