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Menino diabético morre de fome após pais evangélicos obrigarem filho a fazer jejum

Os pais de um menino diabético de 15 anos que pesava apenas 37 quilos quando morreu foram condenados por assassinato em primeiro grau. Emil Radita, de 59 anos, e Rodica Radita, de 53 anos, não mostraram nenhuma emoção em um tribunal de Calgary, no Canadá, na sexta-feira, onde foram sentenciados à prisão perpétua sem chance de liberdade condicional por 25 anos. O tribunal descobriu que os pais impediram que os médicos tratassem seu filho de 15 anos, Alexandru Radita, por diabetes, e que o menino morreu de sepse bacteriana depois de sofrer muito. "Sua condição física na morte não foi uma ocorrência súbita ou rápida, mas aconteceu ao longo de meses e possivelmente anos", disse o juiz. 

 

Os pais esperaram duas horas para ligar para o 911 depois de encontrarem Alexandru não respirando em sua casa, passando o tempo orando, segundo o testemunho da corte. Os fieis devotos disseram aos amigos que seu filho de 15 anos tinha morrido, "mas depois foi trazido de volta à vida por Deus". No julgamento também veio à tona que, apesar dos serviços sociais levarem Alexandru sob custódia por um ano, ele acabou voltando com seus pais, que se recusaram a acreditar em seu diagnóstico de diabetes, apesar de várias internações. "A evidência mostra que os Raditas estavam bem conscientes de como Alex estava doente e ainda se recusaram a tratar a sua condição médica com protocolo de insulina adequada e cuidados médicos", disse o juiz Horner sexta-feira.

 

É lamentável que casos como este se repitam no meio religioso e vidas inocentes sejam perdidas de forma cruel e desnecessária. 

Fonte: DailyMail, National Post

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Estado Islâmico destrói cidade histórica de 3,3 mil anos no Iraque

O Ministério do Turismo e Antiguidades do Iraque confirmou que membros do grupo terrorista Estado Islâmico demoliram o sítio arqueológico de Nimrud, perto da cidade de Mossul, no Iraque, usando veículos militares pesados. A funcionária local, Balquis Taha, disse que esta cidade assíria tem "tesouros arqueológicos de incalculável valor". Se mostrou especialmente preocupada pelo destino das estátuas de touro alados, das quais existem duas no sítio arqueológico, que data do século 13 antes de Cristo. Taha denunciou que a organização terrorista trata de "maneira bárbara e imoral" as antiguidades e não respeita o patrimônio iraquiano. Por isso, pediu para a comunidade internacional "intervir para salvar o patrimônio cultural de Mossul", capital de Ninawa. Nimrud, conhecida na Bíblia como Kalakh, foi uma das capitais do Império Assírio, fundada há mais de 3.300 anos. Fica à margem do rio Tigre, a 30 km de Mossul, a grande cidade do norte do Iraque, controlada pelo EI desde junho do ano passado. A cidade arqueológica é a principal do Iraque, segundo Taha, que expressou a grande preocupação de seu comitê diante do que está ocorrendo e seus temores de que aconteçam mais ataques. O Ministério de Turismo e Antiguidades informou ontem à noite que os jihadistas empregaram maquinaria pesada para arrasar Nimrud, e solicitou ao Conselho de Segurança da ONU que realize uma reunião urgente sobre a questão. A Unesco criticou e condenou nesta sexta-feira a destruição, considerando o ato como de "crime de guerra". "Condeno com a maior firmeza a destruição do território de Nimrod", afirma a diretora da Unesco, Irina Bokova, em um comunicado. "Não podemos permanecer em silêncio. A destruição deliberada do patrimônio cultural constitui um crime de guerra. Faço um apelo a todos os dirigentes políticos e religiosos da região para que atuem contra este novo ato de barbárie", completou.  Bokova destacou ter informado o presidente do Conselho de Segurança da ONU e o procurador-geral do Tribunal Penal Internacional sobre o tema. Ela apelou ao conjunto da comunidade internacional por uma "união de esforços para interromper a catástrofe". "A limpeza cultural de que é objeto o Iraque não para diante de nada nem de ninguém: tem como objetivo a vida humana e as minorias, além de ser acompanhada pela destruição sistemática de um patrimônio milenar da humanidade", destacou Bokova. Segundo o ministério iraquiano do Turismo, o grupo EI começou na quinta-feira a destruir as ruínas assírias de Nimrod, poucas horas depois da divulgação de um vídeo no qual os jihadistas mostram a destruição de esculturas pré-islâmicas de valor incalculável na região norte do Iraque. 

Fonte: Portal Terra

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