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Vereador de Caruaru defende fim da rotina de ler salmos bíblicos na Câmara

Durante a sessão extraordinária da Câmara Municipal de Caruaru, que foi realizada nesta segunda-feira (30), o vereador Daniel Finizola (PT) se recusou a realizar a leitura do salmo, apontando que era necessário manter a garantia de Estado laico e prestar respeito a todas as religiões. O petista foi o terceiro a ser chamado à tribuna para ler um trecho da Bíblia.  "Todas as religiões devem e têm que estar representadas aqui nesta Casa. Peço um momento de silêncio para que esta Casa seja democrática e aceite todas as religiões, sem exceção", declarou. O hábito de iniciar e encerrar as sessões com a leitura de um salmo bíblico é rotineiro na Câmara de Caruaru. O posicionamento de Finizola, que é professor de história, levantou a questão de como o ato deverá acontecer nas próximas reuniões da Casa. O Brasil precisa de mais políticos assim! Se você defende em nosso país uma estado realmente laico parabenize o vereador:  https://www.facebook.com/danielfinizolahttps://www.facebook.com/danielfinizola

Fonte: Site da Rádio Cultura

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Estudante obtém nota mil no Enem ao defender Estado laico

Entre 6,1 milhões de candidatos, Caroline Marson Dal (foto) foi uma das 77 pessoas que tiraram nota mil na prova de redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2016. Ao desenvolver o tema "Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, ela defendeu o Estado laico como a solução para tal incompreensão. De acordo com o rascunho da redação que levou para casa, a estudante escreveu que é preciso haver uma "alteração das diretrizes da cultura brasileira, para que todos tenham acesso à informação e ao contato com a diversidade religiosa, compondo, assim, um amplo potencial crítico e argumentativo que será capaz de garantir o respeito entre as religiões". Ressaltou que “há dezenas de novas correntes religiosas que vêm ganhando espaço no território nacional, oriundas da diversidade cultural de nosso povo, motivo pelo qual a intolerância religiosa é cada vez agressiva". Por isso, conforme escreveu, a laicidade do Estado brasileiro é importante, de modo que “não haja interferência religiosa nas diretrizes do governo, garantindo que todos tenham os mesmos direitos e sejam tratados igualitariamente, independente de suas crenças”. Para que a moradora na pequena cidade de Veranópolis (RS) tirasse a nota máxima, foi fundamental a leitura de obras clássicas.

Fonte: Paulopes

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Ateu tira nota 1.000 na redação do Enem sobre intolerância

O amazonense Kelvin Nunes (foto), 18, foi um dos 77 estudantes que tiraram nota máxima (1.000) na redação “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” do Enem 2016. Ele disse que o fato de sofrer intolerância por ser ateu o ajudou na argumentação da redação. “Eu tinha experiência para colocar na redação.” Nunes afirmou que ouve com frequência que quem não acredita em Deus é pessoa má porque tem pacto com o demônio. “Não é assim, não tem nada a ver”, disse, acrescentando que na redação ressaltou que as pessoas têm de respeitar a crença religiosa ou a descrença alheia. Nunes disse ainda que se preparou para o exame, fazendo uma redação por semana. Ateus relatam diariamente na rede social o tipo de discriminação sofrido pelo estudante.  Apesar disso, eles são ignorados pela imprensa. 
Kelvin Nunes gosta de matemática, mas foi em português que se superou. O ditado popular de que “a prática leva à perfeição” nunca fez tanto sentido na vida do estudante amazonense como agora. Ele foi um dos 77 alunos do Brasil a tirar nota máxima (1.000) na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016. Tal façanha foi obtida à custa de um treino intensivo de estudos. “Fazia uma redação por semana”, relata. Depois de fazer a redação, o jovem levava o texto para ser analisado pelos professores para saber onde tinha errado e como poderia melhorar. A prática o deixou preparado para escrever sobre qualquer tema, mas o que caiu no Enem, “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, contribuiu ainda mais para o seu desempenho. “Eu pesquisei muito sobre essa causa por ter sofrido com a intolerância religiosa. Então tinha experiência para colocar na redação”, revela ele, que no texto defendeu a importância de respeitar para ser respeitado.
 
Kelvin é ateu e ouviu de algumas pessoas que quem não crê em Deus é uma pessoa má, tem pacto com o demônio, entre outras discriminações. “Não é assim, não tem nada a ver”, afirma. Porém, mesmo com a experiência na escrita e no tema, ele não esperava tirar a nota máxima na redação do Enem. “Sabia que eu teria uma boa nota, mas não que fosse mil. Quando vi o resultado atualizei a página várias vezes para ter certeza que a nota era essa mesmo”, declara. E Kelvin não estava tão focado no Enem, ele estava concentrado no Processo Seletivo Contínuo (PSC) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Tanto é que ele ficou em primeiro lugar no curso de Sistema de Informação. Aliás, este é o curso que ele vai fazer. O jovem não vai utilizar a nota do exame nacional. “Eu gosto de mexer com computador. Quero aprender mais sobre isso. Não vou usar a nota do Enem porque quero focar só numa coisa”, diz.
 
Durante a preparação para as provas que dão acesso à universidade, o estudante do Centro Educacional Recanto da Criança Interativo não largava os livros quando chegava em casa. Todos os dias, ele tirava 2h para estudar em casa, meta que só conseguiu alcançar graça ao apoio e incentivo da mãe, Marlan Nunes, 45. “Sempre que eu estava jogando ou mexendo no computador, ela puxava minha orelha e dizia: oh, vai estudar menino! Para de jogar, teus concorrentes estão estudando e você está aí, jogando”, lembra. O número de estudantes que obtiveram a nota máxima na redação do Enem 2016 caiu em relação ao ano anterior, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). A média em redação ficou entre 501 e 600 pontos, mas só 77 participantes conseguiram tirar o máximo - 1.000 pontos. Em 2015, 104 participantes conquistaram a pontuação máxima.
 

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Livro aborda alucinação de quem conversa com Deus

Hannah afirma que fala todos os dias com Deus, que às vezes, segundo ela, caminha ao seu lado. Diz que, quando ocorrem essas experiências, ela sente que não é ela, mas outra pessoa com sentimentos e sensações distintos. O que não a livra do constrangimento de merecer tanta atenção do Todo Poderoso. Essa jovem faz parte do grupo de evangélicos de Chicago e Palo Alto (Estados Unidos) que a antropóloga Tanya Luhrmann estudou por quatro anos para escrever um livro onde defende a tese de que as pessoas que afirmam ter contato com  divindades sofrem de alucinações não psicóticas.  A abordagem de Luhrmann é inédita porque os estudos sobre alucinações se concentram em pessoas esquizofrênicas e nas que têm outros transtornos mentais. O que a antropóloga fez foi estudar pessoas tidas como “normais”, ou seja, emocionalmente estáveis, mas com experiência sensorial incomum, a do contato direto com Deus. Para ela, pesquisar essas alucinações é uma forma de entender como funciona a mente humana.  No livro When God Talks Back, Luhrmann conta que a maioria dos 30 evangélicos que entrevistou disse ter ouvido a voz de Deus ou agraciada com uma visão sagrada uma ou mais vezes ao longo de um período. Ela estima que, pelos relatos dos últimos cem anos registrados em estudos, de 10% a 15% dos norte-americanos e britânicos passaram pela experiência não psicótica de ouvir uma voz divina ou de ver algo que outras pessoas não conseguiam enxergar. Luhrmann disse que a sensação de estar se comunicando com o sobrenatural não ocorre só com pessoas religiosas e que muitas delas não revelam essa experiência porque têm medo de serem considerados como doentes mentais. A antropóloga escreveu que essas experiências se inserem dentro do padrão da normalidade desde que ocorram poucas vezes durante a vida das pessoas. Se forem frequentes, os casos passam a ser de debilidade mental, de alucinação psicótica.

Fonte: Science News

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